Fazia algum tempo que tinha abandonado o Zed para voltar a usar o Sublime Text. Por um tempo, foi bem interessante, mas acabei me sentido “preso” ao passado sem ter alguns recursos que um editor de textos precisa ter em 2026.
Não me lembro ao certo o motivo do abandono anterior. Pelo menos, fico contente em ver que o Zed é open source, apesar de todos os esforços de te fazer usar a IA embutida nele.
Não os julgo. No fim, esse tipo de modelo de negócio é justo: oferecem algo aberto, de graça; porém, pra manter as coisas funcionando, oferecem um serviço para fecharem a conta no fim do mês.
E pra ser justo com eles, a opção de desabilitar a IA é bem simples de fazer.
Pensei em montar uma página e documento com um passo a passo de como resolver um cubo mágico, mas, por hora, não vou fazer mais. Entrei nessa pira no início do ano para ter uma atividade que estimulasse a minha mente e memória.
Como já decorei todos os algoritmos, a necessidade de ter essa ajuda mais simples esfriou por aqui, mas acho que dá para ver com calma mais para frente algo do tipo.
É fascinante ver como as pessoas se importam mais com as coisas menos importantes do que com as mais importantes.
O último caso que vi disso foi o John Gruber, do Daring Fireball, estar mais preocupado com a “cafonice” da fonte usada na carta de esclarecimentos do casal Clinton, envolvidos nos arquivos Epstein, do que com o conteúdo em si.